Amigos? Ou pessoas com que nos damos mais?

Este post vai ser lixado de escrever… e mais ainda de se compreender para quem estiver por fora do contexto, mas que se fod.. err…. lixe.

O que consideramos realmente “amigos”. O que define podermos dizer que uma pessoa é nossa amiga ou não? Serão os amigos aquelas pessoas com quem podemos contar? E será que eles sabem que podem (e devem) contar connosco?

Mas até que ponto conhecemos os nossos amigos? A sério? Pensem nas pessoas a quem chamam amigos e tentem descrever 5 coisas que eles gostem… Eu cheguei à conclusão que tenho pessoas a quem chamo “Amigos” mas na realidade não faço puto de ideia “quem são”, “como são”, o que gostam, o que detestam, por quem dariam a vida, o que os faz sorrir ou chorar.

Como é que posso considerar uma pessoa minha amiga se na realidade não a conheço “minimamente”. Aqui estou eu, quase 4h da matina, a tentar vasculhar o meu pequeno cérebro a ver se acho pistas sobre uma pessoa que eu acho ser minha amiga, a fim de lhe conseguir oferecer uma prenda com “significado” (e quando digo significado é para essa pessoa, não algo que me faça lembrá-la) e estou completamente “em branco”.

É frustrante, triste e desesperante chegarmos à conclusão que gostamos tanto de uma pessoa (opto por não colocar outras palavras para não dar azo a confusão) mas no fundo nada sabemos sobre ela.

Como é que é suposto conseguirmos ajudar os nossos amigos se não conseguimos “ver” quando estão tristes, se sentem sós, se estão a “gritar por ajuda”… como é suposto conseguirmos ajudar um amigo quando não conseguimos ler esses sinais…

É lixado… mesmo… e o não saber para mim é o pior que me pode acontecer. E após quase seis anos de “conhecer” esse amigo, chego à conclusão que sei tanto sobre essa pessoa como sobre um qualquer personagem do “jet set” tuga (se bem que neste último caso as revistas rosas façam algum trabalho…)

Realmente a vida “dá-nos” lições quando menos as esperamos… agora vou ter de esgravatar para conseguir-me convencer de que essa pessoa é realmente minha “AMIGA” e não apenas uma pessoa com quem eu me dou.

Peço-te desde já desculpa quando errar, quando não conseguir “ver” ou “ler”, de ficar indiferente quando precisares de mim (não porque o quero mas porque não o vou conseguir descortinar). Fica a saber que significas mais para mim do que eu consigo descrever, era capaz de trocar a minha vida para não perderes a tua, de abdicar de muita, mas muita coisa, por algo que te colocasse um sorriso na cara…

Em homenagem, um vídeo que traduz o sentimento por essas pessoas (e vocês sabem quem são)…

Vocês fazem a minha vida ter significado e …

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Pavilhão Atlântico – 19 de Maio

Já não me lembro o número de concertos de Metallica a que fui (estou todo queimado…), mas sempre que tenho o prazer de estar lá fico diferente, com um sentimento que não consigo explicar por palavras.

No passado dia 19 lá fui a mais um concerto de Metallica e fiquei novamente “estranho” com o “sentimento sentido”. Das poucas coisas que me conseguem “tocar” cá no fundo, ver Metallica ao vivo é a que mais me faz ficar diferente de mim próprio. É uma sensação de bem estar tão boa que espero poder senti-la muitas mais vezes.

Independente das músicas que toquem, de estar no chão/relvado ou na bancada, de cheirar os charros de haxe do resto do povo, naquela altura fico “intocável”, ninguém me consegue fazer mexer ou sair dali. É um estado de transe que só que me conhece e presencia é que consegue entender.

Acho que considero Metallica tão vital na minha vida como o andar vestido. Vou ver se depois anexo algumas fotos do concerto assim que tiver pachorra…

“Vipes”…

Tenho andado com uns “vipes” de fazer cenas completamente maradas e caras. Quero tentar juntar dinheiro (q.b.) para torrar numa viagem aos Estados Unidos e ter o prazer de ir ver um jogo de Baseball, futebol americano e basket. Também gostava de alugar uma harley ou um Camaro e percorrer a “Route 66″. Sei que dificilmente conseguirei fazer isto tudo, se tudo continuar na estúpida normalidade que é a minha vida. Mas como os sonhos ainda são possíveis, vou tentar não “auto-matar” o meu sonho.

será isto um sinal… ou puro desespero? – A resposta…

Acho que era um sinal… de que estou a mais… Mas consegui controlar-me, manter o nível, e não me “desbocar” e dizer coisas de que depois me arrependeria.

Acho que está na altura de procurar outros desafios, por mais que me custe deixar de trabalhar com várias pessoas que gosto e do bom ambiente entre o pessoal.

Sim, o post é simples, básico e curto, mas servirá para me lembrar um dia da famosa reunião e de saber até que ponto era indesejado…

será isto um sinal… ou puro desespero?

Eu prometi a mim mesmo não escrever sobre o meu trabalho devido a questões éticas, privacidade (do trabalho em si) mas mais importante do que isso, para me proteger de possíveis represálias de certas pessoas hierarquicamente acima da minha posição (se bem que não exista posição abaixo da que estou).

Mas este post servirá mais para mim, para não me esquecer de verificar se terei razão ou não relativamente a um assunto próximo.

Quem me conhece sabe onde trabalho, quem não me conhece também não vai saber :) Mas esta semana têm havido as famosas reuniões sobre a “possível” distribuição de prémios relativamente à avaliação do ano passado. Acho que este ano é o ano em que deixarei de ser “virgem”, ou seja, vai ser o primeiro ano, em longos nove, que não irei receber prémio. Tenho um feeling que desta vez é que a “desgraça” irá pairar sobre a minha pessoa.

Mas também quero ver se ganho coragem (para não dizer palavrões), para “pôr cá para fora” o que já me está entalado à algum tempo (daí este post). Não são palavras, mas sim atitudes…

Vamos ver… a semana ainda vai a meio e na próxima estarei de férias… por isso ou é esta, ou sopas :)